Me pergunto todos os dias o motivo de ainda acreditarmos tanto em palavras toscas que nos são ditas ao pé da orelha. Como, por exemplo, aquele clichê “eu te amo”. É só mais um blefe, e quando menos se espera, essas mesmas palavras, com até mesmo a mesma feição, serão ditas a um outro alguém que não você. O caso é, a gente sempre cai na mesma historinha de que somos únicos na vida de alguém. Mas um dia, se aprende que ninguém no mundo é insubstituível.

mais um, como outro